Rafael Ferreira Rosenhayme pegou o Bonde Andando em 3 de outubro de 1978, no Rio de Janeiro. Desde então vem tentando, sem sucesso, assumir o comando da viagem.
Enquanto isto não acontece, costuma trabalhar como analista de marketing, namorar, beber chope com os amigos, ir ao cinema, ler, ouvir música, sair à noite, ir à praia, fotografar e, de uns tempos para cá, colocar no ciberespaço um pouco daquilo que vê pela janela durante o trajeto.
Esta página não pretende tratar do cotidiano deste ilustre desconhecido, mas de suas impressões e opiniões sobre as coisas que acontecem pelo caminho. Para os que decidiram seguir, boa viagem.
rango Tagliolini al nero di sepia con salmone affumicato Da Brambini
livro Bebê: manual do propritário Joe Borgenicht e Louis Borgenicht
livro Paraísos artificiais Charles Baudelaire
cinema O Ano Em Que Meus Pais Saíram de Férias Cao Hamburger
cinema Os Infiltrados Martin Scorsese
show New Order Vivo Rio
cinema Volver Pedro Almodóvar
música Gulag Orkestar Beirut
cinema Pequena Miss Sunshine Jonathan Dayton e Valerie Faris
Apelando para o clichê "uma imagem vale mais que mil palavras".
O site da Magnum Photos está fazendo uma homenagem ao fotógrafo. Vale a visita. |
Agosto 02, 2004
16:40 .. Deu na Reuters
Cão policial farejador morre de overdose na Inglaterra
LONDRES (Reuters) - Um cão policial farejador morreu supostamente de
overdose enquanto procurava drogas, disse a polícia britânica na
segunda-feira.
Todd, um spaniel de 7 anos de idade, procurava drogas em um campo e em
um carro em Preston, no norte da Inglaterra, quando seu treinador
notou que ele não passava bem.
Ele foi levado para um veterinário e dali internado às pressas em uma
UTI da Universidade de Liverpool, apresentando sintomas de ter
ingerido anfetaminas, informou uma porta-voz da polícia de Lancashire.
Ele morreu logo depois.
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10:49 .. Moore, Zuenir e Nelson Rodrigues
Sobre a questão da parcialidade no filme de Michael Moore. O jornalista Zuenir Ventura escreveu uma crônica sobre o assunto no site No Míninimo. Ele lembra da posição de Nelson Rodrigues, que era por um jornalismo mais subjetivo. Vale a visita. |